Divã/ Martha Medeiros - Rio de Janeiro:Objetiva,2002 pág.103
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Divã - Martha Medeiros
"Não gosto de nada que é raso, de água pela canela. Ou eu mergulho até encontrar o reino submerso de Atlântida, ou fico à margem, espiando de fora. Não consigo gostar mais ou menos das pessoas, e não quero essa condescendência comigo também."
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Divã
"... Uma vida sem sustos. É o que desejo pra mim. Não estou dizendo uma vida sem decepções, frustrações ou êxtases: sem sustos, apenas. Quero aceitar a potência dos meus sentimentos e não ficar embaraçada diante de reações incomuns. Poder receber uma ventania de pé, mesmo que ela me desloque de onde eu estava. de pé, mesmo com medo. Não mais em posição fetal."Divã, Martha Medeiros - Ed. Ojetiva, pág 113
Foto: Jil Noberto
domingo, 31 de janeiro de 2010
Poesia Reunida - Martha Medeiros
"Descubro meus vícios assim
cheguei na cabana e penseisem tevê eu não fico
sem você eu não vivo"
Poesia Reunida, L&PM pág.14 - as poesias são numeradas e esta é a de número 13.
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